Dia frio, noite solitária, sem teus sorrisos e palavras, o vazio em mim estava instalado,a graça de viver estava tão sem graça que eu já não sabia distinguir a vida da morte, elas agora me pareciam tão semelhante que quase smepre eu as confundia. Eu andava como um andarilho na vida alheia, levava alguns sorrisos que eram liberados com uma lembrança do passado, soltava umas lágrimas no momento de emoção quando me lembrava do que era o amor, desbravado amor, dentro de uma estrutura anatõmica tão correto aos olhos divino.
Sonhos, que a cada dia se renovavam dentro de um passado perdido em outrem enquanto em mim se encontrava mais vivo e lúcido que uma criança, doce amor que vei oe me trouxe o melhor de mim, quando foi embora levou tudo de mais sagrado, me deixando fraca, solitária, mas com o tempo a callmaria e a solidão´iam sendo grandes companheiros de uma vida não muito alegre, nem muito triste, os sonhos iam voltando assim como as estações que cada ano se renovavam, assim fora o amor ao longo da minha breve vida, com seu verão alegre, o confortante outono, lo aconchegante inverno e a renovada primavera.
Libertai-me do amor que me aprisiona ao doce e suave passado que hoje tornou-se tempestade dentro de mim.
As lembranças dos beijos calorosos, a língua quente, o corpo suave, as mãos que me tocavam , os gemidos que eram cada vez mais intensos, a fome sedenta do amor que cada dia invadia mais meu corpo, dominava meu coração arredio, assim éramos, no calor da juventude, no prelúdio da velhice, estas lembranças que me deixa viva ou que me fazem evitar a morte….L’amour.
Thaís Alves
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